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Três estratégias competitivas para alavancar seus resultados

Quando se trata de obter vantagem competitiva sobre os concorrentes, inúmeras estratégias podem traçadas para alcançar esse objetivo. Segundo Porter, podemos simplificar todas essas opções estratégicas, reduzindo as infinitas possibilidades em três estratégias básicas, as quais se convencionaram chamar de “Estratégias Competitivas Genéricas”. São elas:

  • Liderança de Custo: A empresa busca se tornar o produto de baixo custo de seu mercado. A forma na qual esse processo deverá ocorrer, dependerá da estrutura de seu setor, dentre outros fatores. As fontes de vantagem em custos são várias e podem incluir a busca de economias de escala, tecnologia patenteada e acesso preferencial às matérias-primas. Um produtor de baixo custo deve descobrir e explorar todas as fontes possíveis em seu negócio.

 

  • Diferenciação: A empresa seleciona um ou mais atributos que muitos compradores consideram importantes, e posiciona-se exclusivamente para satisfazer essas necessidades. Ela desenvolve, portanto, uma diferenciação que atraia uma fatia expressiva de mercado e essa exclusividade possibilitará à empresa obter uma margem de lucro superior à média daquele setor.

 

  • Foco: A empresa buscará atender com excelência uma estreita fatia de mercado.

Os projetos oferecidos pela Soluções Consultoria auxiliam empresas a obter vantagens competitivas de diversas formas. Atuamos desde a elaboração do Planejamento Estratégico, até a execução de ações alinhadas à estratégia, como o serviço de Análise de Custos para uma empresa que opte pela Liderança de Custo, por exemplo.

Ficou interessado e gostaria de saber um pouco mais sobre como atuamos? Entre contato com a Soluções Consultoria.

Texto em 31/07/2017
Escrito por Breno Motta
Gerente Comercial

O que é Produção Contínua?

Produção continua é um dos principais tipos de sistemas de produção, os quais consistem em um conjunto de operações e atividades para a produção de bens ou serviços, agindo de forma integrada para atingir o objetivo e os resultados esperados do sistema atuante.

Este é um método utilizado pelas empresas para obter a maior quantidade de produto com o menor intervalo de tempo possível. Sendo baseado, como o próprio nome diz, em uma produção feita continuamente ou fluxo em linha, sem interrupções e pausas, podendo ser de um produto único ou com diferenciações.  No entanto, são muito padronizados e fluem de um posto a outro ao longo da linha.

A escolha deste tipo de sistema é difícil e delicada, uma vez que é necessário grande planejamento, conhecer os detalhes do produto a ser produzido e as exigências do mercado. Além disso, na maioria das vezes se caracterizam pelo grau de mecanização elevado, requerendo investimentos em maquinário e na implementação de medidas de controle da qualidade e seu monitoramento em fases do processo. Um outro fator a ser trabalhado para a sua utilização é a manutenção mecânica, fundamental para proporcionar o bom funcionamento dos componentes da linha e garantir que não haja alguma falha, resultando em paradas repentinas de toda a planta e consequente prejuízo.

Como exemplo de processos onde a produção contínua normalmente é empregada, estão os de engarrafamento em uma empresa de bebidas, a linha de montagem de um carro e em indústrias alimentícias e químicas.

Texto em 24/07/2017
Escrito por Rafael Massardi
Gerente de Projetos

Projeto na Usina da ACAMARE é finalizado

Nesta semana, mais um projeto realizado pela Soluções Consultoria foi finalizado. Desta vez a ACAMARE, Associação dos Trabalhadores da Usina de Triagem e Reciclagem de Viçosa, passou por uma análise de seu layout, a qual foi desenvolvida pelos consultores Christina Magalhães, Luiza Nogueira e Gabriel Estrela, sendo supervisionado pelo gerente de projetos Rafael Massardi.

Nos meses iniciais do projeto foram realizadas coletas de dados na associação a fim de imergir os consultores no processo produtivo do empreendimento. Como produto final desta imersão, uma planta da situação atual do estabelecimento foi construída e parte de seus principais problemas começaram a ser apontados. Nas etapas subsequentes, e mais desafiadoras, foram analisados os percursos de cada item produzido, como também realizado um estudo detalhado da capacidade produtiva de cada posto de trabalho e da ACAMARE como um todo. Posteriormente, com base nos dados coletados e nas principais ferramentas de análise de layout, as propostas de modificação do espaço físico da associação e uma nova planta foram apresentadas e validadas por todos os membros da instituição. Esta última etapa garante a confiabilidade dos dados e certifica que o projeto atende às expectativas do contratante.

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Cinco passos para se tornar mais criativo

A criatividade é uma competência que pode ser aplicada em qualquer área da vida. Basicamente é a capacidade de selecionar, organizar, associar, transformar e estruturar conhecimentos e experiências passadas com conhecimentos e percepções presentes, produzindo combinações úteis. Por consequência, ser criativo é ser “think outside the box” (expressão em inglês que significa pensar fora da caixa), ou seja, pensar de forma diferente e ser original.

As pessoas mais criativas são aquelas que sempre conseguem manipular bem as informações, já que a sua realidade retrata um ambiente rico em operações. Sendo assim, qualquer atividade que desenvolva nossas experiências e conhecimentos melhora cada vez mais nossa atividade criativa. É perceptível que a criatividade não envolve apenas informações e combinações, é necessário incentivá-la cada vez mais. Dentre muitas maneiras de incentivar a criatividade é aconselhável:

  • Eliminar modelos mentais que limitam a atividade criativa: Todas as pessoas estabelecem imagens acerta do funcionamento do mundo. Essas imagens limitam as formas de agir e pensar. Isso não significa que as pessoas estejam certas ou erradas na forma que pensam, mas esses modelos mentais são todos simplificações, podendo se afastar cada vez mais da realidade. O grande desafio é transformar um modelo implícito em um modelo explicito, criticando-o, avaliando sua adequação com a realidade e libertando-o das amarras da aprendizagem, inovação e criatividade.

 

  • Potencializar o domínio pessoal: O domínio pessoal melhora a visão pessoal, concentra as energias, amplia a paciência e permite ver a realidade de forma mais objetiva. Isso faz com que a vida seja encarada como uma atividade criativa e não de forma reacionária.

 

  • Manter a tensão criativa: A queda das metas ocorre quando não se consegue viver sob tensão, dessa maneira, sobrevém a mediocridade e o acomodamento. As mudanças só ocorrem quando a situação atual difere da visão. O individuo passa a ver a realidade não como obstáculos, mas como uma aliada na execução de suas metas. Portanto, a tensão criativa é a mola propulsora da criatividade.

 

  • Utilizar a intuição: A intuição é a compreensão integral e imediata de uma verdade, fato ou objeto. É perceber de forma imediata a resposta de um problema. Assim, o inconsciente conecta as informações e conhecimentos mostrando uma solução criativa. É necessário sempre ver a validação dessa solução.

 

  • Desenvolver o pensamento sistêmico: Analisar de maneira sistêmica significa identificar ações distante do tempo e espaço conectando-as em um mesmo padrão. Normalmente os problemas tentam ser resolvidos em partes isoladas de um tudo, entretanto, observar o todo é essencial para impulsionar uma solução criativa.

Texto em 17/07/2017
Escrito por Pedro Moraes
Gerente de Gestão de Pessoas

Ferramentas para o desenvolvimento de novos produtos

O QFD (Quality Function Deployment ou, no português, Desdobramento da Função Qualidade) surgiu no Japão na década de 1960. Ele foi desenvolvido pelos professores Shigeru Mizuno e Yoji Akao, no contexto do Controle da Qualidade Total (TQC). A implantação de programas TQC tem como papel principal a satisfação total dos stakeholders. Nesse sentido, o método se encaixa como forma de ouvir a voz do cliente, para o desenvolvimento e aperfeiçoamento de produtos.

Conceitualmente o QFD é um processo visto como uma forma de comunicar sistematicamente informação relacionada com a qualidade e de explicitar ordenadamente trabalho relacionado com a obtenção da qualidade e tem como objetivo alcançar o enfoque da garantia da qualidade durante o desenvolvimento de produto (Cheng & Filho, 2007), utilizando como insumo as necessidades expressadas pelos clientes.

 

O método é baseado na relação de causa e efeito entre as características exigidas pelos clientes e as características técnicas que as traduzem na produção. Isso porque, em 1972, com a aplicação do QFD para o desenho de um navio petroleiro na Estaleiros Kobe, a Mitsubishi Heavy Industry percebeu que o diagrama de espinha de peixe poderia ser poderiam ser transformados em uma planilha ou formato de matriz com as linhas com efeitos desejados de satisfação do cliente, e as colunas são as causas de variações controláveis e mensuráveis (Wilker, s.d.). Na figura abaixo pode-se ver os desdobramentos que ocorrem para a obtenção dos requisitos técnicos de produção.

 

 

Portanto, se você possui a ideia de um produto novo que precisa ser desenvolvido e validado, o QFD  é uma excelente forma de construí-lo com o enfoque nos requisitos estabelecidos pelo cliente. Se deseja saber mais sobre como desenvolver seu produto com excelência, entre em contato conosco!

Texto em 10/07/2017
Escrito por Gabriel Nunes
Gerente Interno de Marketing

Como aumentar sua capacidade de produção?

A capacidade de uma empresa é a quantidade máxima de produtos que esta pode produzir. A capacidade é aumentada normalmente diante de um aumento imediato na demanda dos clientes ou diante de um aumento antecipado na demanda do cliente. Todas as organizações possuem uma parte oculta do processo, o que representa a capacidade perdida e inclui o tempo que não é gasto na produção. Então, antes de pensar em adicionar turnos ou horas extras, terceirizar parte da produção ou adquirir novos equipamentos, certifique-se de que sua empresa considera o inexplorado potencial que existe atualmente. O potencial inexplorado em sua fábrica atual pode ser dividido em duas categorias, cada uma delas representa uma restrição na capacidade:

  1. Perdas do equipamento (capacidade perdida devido ao equipamento operar abaixo de todo o seu potencial).
  2. Perdas de cronograma (capacidade perdida em função do tempo que o equipamento não é programado para operar).

 

A capacidade de produção pode ser aumentada através da melhoria da produtividade de fabricação. Uma maneira prática de se obter esses resultados é através da redução das seis grandes perdas em processos produtivos. As seis grandes perdas são: Paradas Planejadas (configurações e ajustes), Paradas Não-Planejadas, Ciclos Lentos (tempo de produção ineficiente), Pequenas Paradas, Rejeições de Produção e Inicialização.

Tratando-se desse assunto, alguns projetos podem trazer diversos benefícios e vantagens. Como exemplo podemos citar a Gestão da Manutenção, o Lean Manufacturing e o Programa 5S.

A Gestão da Manutenção visa por meio do gerenciamento e diagnóstico, elaborar planos de manutenção de equipamentos com o objetivo de manter a máxima produtividade das máquinas evitando assim, paradas não previstas que acarretam em prejuízos financeiros e operacionais.

Os projetos Lean Manufacturing e 5S objetivam, por meio da melhoria contínua da qualidade, eliminar desperdícios e criar uma cultura de qualidade no estabelecimento, respectivamente.

Atualmente, diversas empresas não têm conhecimento sobre seu potencial que está sendo perdido diariamente, sobre os prejuízos acarretados e possíveis melhorias.

Quer saber um pouco mais sobre esse assunto e saber como podemos te ajudar? Entre em contato com a Soluções Consultoria.

Texto em 05/07/2017
Escrito por Renata Andrade
Gerente de Relações Públicas

Saiba como o Planejamento e Controle da Produção auxilia na lucratividade do seu negócio

Para se ter um negócio de sucesso, é indispensável planejar, programar e controlar o que é produzido. Uma gestão eficiente é a solução para que a empresa cresça e vença a concorrência. Para auxiliar essa gestão, existe um processo denominado Planejamento e Controle da Produção (PCP) que é responsável por integrar o gerenciamento das principais atividades da empresa e, assim, atender à demanda dos clientes.

Esse planejamento objetiva determinar quais produtos serão produzidos, quando, onde e como serão produzidos, além da quantidade de produção e de todos os recursos necessários para que ela ocorra. Mais do que planejar e programar, o PCP realiza também o monitoramento da produção, possibilitando a correção dos possíveis desvios e falhas identificados ao longo do processo. Ele é o centro dos processos produtivos e é quem garante a sintonia entre o trabalho dentro e fora da empresa.

Em resumo, a função do PCP é a organização, padronização e sistematização do processo, levando a empresa a produzir com mais perfeição, segurança, rapidez, facilidade, correção e menor custo.

Se sua empresa não planeja, programa e controla o que produz, provavelmente, terá dificuldades para alcançar os elevados índices de produtividade e qualidade exigidos pelo mercado. Bom, temos certeza que não é isso o que você quer, não é mesmo?

A empresa que adota o PCP apresenta resultados finais mais atrativos, pois consegue identificar melhor os pontos fortes e fracos da sua produção e, por isso, consegue atacar os problemas conforme sua ordem de prioridade. Esse resultado é bem simples: mais controle é igual a menos perdas, menos retrabalho, menos desperdícios e, consequentemente, maior redução de custos.

Logo, percebe-se que o planejamento e controle da produção é uma ferramenta ideal para se ter mais produtividade, eliminar erros e falhas e reduzir os custos, aumentando o lucro como consequência.

Para criar um bom Planejamento e Controle da Produção o primeiro passo é conhecer as atividades da sua empresa, suas particularidades, como elas funcionam e como se relacionam. Após a implementação, para que haja sucesso na sua execução, é necessário que sejam feitos documentos e planos para auxiliar na organização. E aí basta seguir perfeitamente o que foi definido e obter os resultados citados acima.

Mas sabe qual é a melhor parte? Nós, da Soluções Consultoria, podemos auxiliar sua empresa a implementar o PCP para aumentar sua produtividade e seus lucros. Entre em contato com a gente!

Texto em 19/06/2017
Escrito por Ana Paula Alves
Presidente da Gestão 2017

O que é Gestão da Manutenção e como você pode economizar com ela

A maioria das empresas acredita que a manutenção deve ser realizada quando um equipamento para de funcionar, e por consequência, manutenção se torna sinônimo de custos extras. Porém, com a globalização da economia, a busca da qualidade total em serviços, produtos e gerenciamento ambiental passou a ser a meta de todas as empresas.

Gestão da manutenção é então, o conjunto de técnicas indispensáveis ao funcionamento regular e permanente de máquinas, equipamentos, ferramentas e instalações. Esses cuidados envolvem a conservação, a adequação, a restauração, a substituição e a prevenção. Em suma, manutenção é atuar no sistema como um todo, com o objetivo de evitar quebras e/ou paradas na produção, bem como garantir a qualidade planejada dos produtos.

É bem simples identificar uma empresa onde a gestão da manutenção não ocorre ou é falha, pois gera consequências para a organização como um todo. Dentre elas podemos destacar:

  • Paradas da produção não previstas;
  • Atrasos na produção;
  • Aumento dos custos;
  • Aumento do risco de acidentes;
  • Perda na lucratividade da empresa;
  • Não atendimento de prazos acordados;
  • Insatisfação dos clientes;
  • Perdas de contratos, entre várias outras consequências subsequentes dessas.

 

O grande paradigma da manutenção nas empresas que são atrasadas em relação a esse quesito é “apagar incêndio”. Ou seja, atuar apenas quando ocorre a quebra da máquina, a parada da produção, o que gera uma manutenção de emergência e acaba por gerar um custo muito mais elevado do que se tivesse sido realizado um planejamento da manutenção.

 

A manutenção pode ser classificada conforme o seguinte fluxograma:

  • Manutenção Corretiva não planejada: Esse tipo de manutenção é caracterizado pela atuação das equipes de manutenção em fatos que já ocorreram, sejam estes fatos com desempenhos inferiores ao almejado ou uma falha. Não há tempo para preparação de componentes e nem de planejar o serviço; isto é, manutenção corretiva não planejada é a correção de falhas de modo aleatório a fim de evitar outras consequências. Do ponto de vista do custo de manutenção, esse tipo tem custo menor do que prevenir falhas nos equipamentos. Porém, pode causar grandes perdas por interrupção da produção.
  • Manutenção Corretiva planejada: Neste caso, tem-se uma falha ou condição anormal de operação de um equipamento e a correção depende de decisão gerencial, em função de acompanhamento preditivo ou pela decisão de operar até a quebra. A decisão de adotar a política de manutenção corretiva planejada pode ser originada com base em vários fatores, tais como: negociação de parada do processo produtivo com a equipe de operação, aspectos ligados à segurança, melhor planejamento dos serviços, garantia de ferramental e peças sobressalentes, necessidade de recursos humanos tais como serviços contratados. Esse tipo de manutenção possibilita o planejamento dos recursos necessários para a intervenção de manutenção, uma vez que a falha é esperada.
  • Manutenção Preventiva: Trata-se de atuação realizada de maneira a reduzir ou evitar a falha ou a queda no desempenho do equipamento, obedecendo a um plano de manutenção preventiva previamente elaborado, baseado em intervalos definidos de tempo, isso é, manutenção baseada no tempo. Qualquer ativo físico solicitado para realizar uma determinada função estará sujeito a uma variedade de esforços. Esses esforços gerarão fadiga e isto causará a deterioração desse ativo físico reduzindo sua resistência à fadiga. Essa resistência reduzir-se-á até um ponto no qual o ativo físico pode não ter mais o desempenho desejado, em outras palavras, ele pode vir a falhar. Utilizando dados estatísticos de arquivos ou históricos disponíveis nas empresas procura-se determinar o tempo provável em que ocorrerá a falha, pois sabe-se que esta poderá ocorrer mas não se pode determinar exatamente quando. Pode-se, ainda, reduzir a probabilidade de falhas pelo fato da manutenção ser programada com antecedência, sendo o ônus dessa paralisação substancialmente baixo. A manutenção preventiva caracteriza-se pelo trabalho sistemático para evitar a ocorrência de falhas procurando a sua prevenção, mantendo um controle contínuo sobre o equipamento. A manutenção preventiva é considerada como o ponto de apoio das atividades de manutenção, envolvendo tarefas sistemáticas tais como: as inspeções, substituição de peças e reformas.
  • Manutenção Preditiva: Também é conhecida como manutenção sob condição ou manutenção com base no estado do equipamento. É baseada na tentativa de definir o estado futuro de um equipamento ou sistema, por meio dos dados coletados ao longo do tempo por uma instrumentação específica, verificando e analisando a tendência de variáveis do equipamento. Esses dados coletados, por meio de medições em campo como temperatura, vibração, análise físico-química de óleos, ensaios por ultra-som, termografia, não permitem um diagnóstico preciso; portanto, trabalha-se no contexto de uma avaliação probabilística. Esse tipo de manutenção caracteriza-se pela previsibilidade da deterioração do equipamento, prevenindo falhas por meio do monitoramento dos parâmetros principais, com o equipamento em funcionamento. A manutenção preditiva é a execução da manutenção no momento adequado, antes que o equipamento apresente falha, e tem a finalidade de evitar a falha funcional ou evitar as consequências desta.

 

Abrangendo todas essas etapas, a fim de garantir o bom desempenho e otimizar o processo como um todo, tem-se  a Engenharia de Manutenção. Resume em deixar de ficar consertando continuamente, para procurar as causas básicas, modificar situações permanentes de mau desempenho, deixar de conviver com problemas crônicos, melhorar padrões e sistemáticas, desenvolver a manutenibilidade, dar feedback ao projeto e interferir tecnicamente nas compras.

 

Conforme o gráfico a seguir, para se obter os melhores resultados dos processos, aliado ao uma redução de custos, além de todas as vantagens competitivas supracitadas, a Engenharia de Manutenção é a melhor opção.

A Soluções Consultoria oferece um serviço completo de Gestão da Manutenção personalizado para resolver os problemas da sua empresa. Entre em contato conosco para saber mais.

Gráfico 1: Relação entre tipos de manutenção, resultados e custos.

Texto em 11/06/2017
Escrito por Samuel Mucida
Diretor Administrativo-Financeiro e Jurídico

O papel da Confiabilidade no seu negócio

A engenharia de confiabilidade é uma ferramenta poderosa no momento de diminuir as falhas de um processo. A partir dos estudos de confiabilidade é possível aprimorar produtos, diminuir custos e testar a performance de diversos equipamentos.

Dentro do processo de produção, podemos segmentar as análises de confiabilidade em duas aplicações: na manutenção e linhas de produção; e no desenvolvimento de um novo produto.

Utilizando a engenharia de confiabilidade na manutenção ou nas linhas de produção é possível: simular e otimizar a capacidade produtiva; traçar planos de manutenção, evitando ações corretivas e, consequentemente, reduzindo gastos; planejar estoques de maneira apropriada e eficaz, entre outros.

Já no desenvolvimento de um novo produto, as ferramentas de confiabilidade podem ser aplicadas ao longo de todas as fases do ciclo de desenvolvimento, permitindo testes mais eficazes e seguros, definição de fornecedores confiáveis, acompanhamento do produto em campo e geração de dados para futuros projetos relacionados.

Sendo assim, são notórias as vantagens dos estudos de confiabilidade para uma gestão mais eficaz, rentável e produtiva. Produtos e processos de produção confiáveis são, cada vez mais, alvo de pesquisa de consumidores e terceirizadas, se tornando ferramentas poderosas de marketings inteligentes e apropriados.

Texto em 04/06/2017
Escrito por Fernanda Rizzi
Diretora Vice-Presidente

 

Por que eu preciso de gestão de projetos?

Por que eu preciso de gestão de projetos? Primeiramente, o que é um projeto? Segundo o Project Management Body of Knowledge (PMBOK), livro elaborado pelo Project Management Institute (PMI), instituição que é referência mundial no tema, “Projeto é um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado único e exclusivo”. Alguns exemplos de projetos seriam a construção de um prédio, instalação de uma nova linha produtiva, desenvolvimento de um novo produto e aquisição de um sistema.

Como é algo finito, todo projeto possui 5 etapas em comum, sendo elas as fases de iniciação, planeamento, execução, monitoramento e, por fim, encerramento.

 

 

Então, por que uma empresa precisa do Gerenciamento de Projetos?

Pois essa é a única maneira de se executar projetos com sucesso. Como o gerenciamento de projetos envolve dez diferentes áreas do conhecimento, sendo elas, Gerenciamento da Integração, de Escopo, de Custos, de Qualidade, das Aquisições, de Recursos Humanos, das Comunicações, de Risco, de Tempo, das Partes Interessadas, não ter o Gerenciamento de Projetos implantado aumenta o risco de falha em algumas dessas áreas.

Segundo o próprio PMI diz, “O Gerenciamento de Projetos, (…) é a aplicação de conhecimentos, habilidades e técnicas para a execução de projetos de forma efetiva e eficaz”. Ou seja, ter o gerenciamento de projetos bem estabelecido garante que todas as ações a serem tomadas para a entrega de um projeto de alto nível estejam devidamente documentadas, evitando que ações sejam feitas por impulso, o que aumenta a qualidade final do projeto entregue e a satisfação do cliente.

Dentre os inúmeros benefícios de se ter uma metodologia de gerenciamento de projetos estabelecida, temos:

  • Melhor tomada de decisão
  • Minimização de riscos
  • Maximização de recursos
  • Comprovação de valor aos stakeholders
  • Ativação do sucesso repetitivo

Quer saber mais sobre como estruturar Gestão de Projetos? Entre em contato com a Soluções.

Texto em 29/05/2017
Escrito por Lucas Cypriano
Diretor de Projetos